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	<title>Comentários em: Bloco de Notas Políticas: II &#8211; O desafio do PEC</title>
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		<title>Por: jose silva</title>
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		<dc:creator>jose silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 10:34:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ok, Rangel poderá ter como prioridade a ruptura de regime e não a ruptura da financeirização em Portugal. Mas quem é que já trouxe esse assunto para debate para além de Rangel ?

Será que Durão lhe antecipou as tendências do mundo ocidental dos próximos anos ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, Rangel poderá ter como prioridade a ruptura de regime e não a ruptura da financeirização em Portugal. Mas quem é que já trouxe esse assunto para debate para além de Rangel ?</p>
<p>Será que Durão lhe antecipou as tendências do mundo ocidental dos próximos anos ?</p>
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		<title>Por: JNR</title>
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		<dc:creator>JNR</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:55:06 +0000</pubDate>
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		<description>O problema central de Rangel não me parece ser o da financeirização, mas a questão do regime, como alvitro em Dilemas.A financeirização não é um processo envolvendo apenas o social-financismo (a financeirização pilotada pela social-democracia), mas também a direita do espectro político. Não é um problema que se limite à questão da dívida soberana, mas há dinâmica global de maximização de rendas financeiras em vez de criação de valor pela economia real. E aos &quot;ecossistemas&quot; que estão associados a essa economia financista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema central de Rangel não me parece ser o da financeirização, mas a questão do regime, como alvitro em Dilemas.A financeirização não é um processo envolvendo apenas o social-financismo (a financeirização pilotada pela social-democracia), mas também a direita do espectro político. Não é um problema que se limite à questão da dívida soberana, mas há dinâmica global de maximização de rendas financeiras em vez de criação de valor pela economia real. E aos &#8220;ecossistemas&#8221; que estão associados a essa economia financista.</p>
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		<title>Por: jose silva</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2010/02/gestao-do-risco/bloco-de-notas-politicas-ii-o-desafio-do-pec/comment-page-1/#comment-7486</link>
		<dc:creator>jose silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:23:53 +0000</pubDate>
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		<description>Rangel propõe uma ruptura: libertar o futuro dos encargos da dívida. Parece que é o único que está a perceber os limites da finaceirização.

A grande questão é saber se ele tem força para tal. Eu acho que não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rangel propõe uma ruptura: libertar o futuro dos encargos da dívida. Parece que é o único que está a perceber os limites da finaceirização.</p>
<p>A grande questão é saber se ele tem força para tal. Eu acho que não.</p>
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		<title>Por: JNR</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2010/02/gestao-do-risco/bloco-de-notas-politicas-ii-o-desafio-do-pec/comment-page-1/#comment-7485</link>
		<dc:creator>JNR</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 09:53:58 +0000</pubDate>
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		<description>Não vejo o que Paulo Rangel tenha a ver com o que refiro. A &quot;guerra&quot; de Rangel é outra, que analisei noutro post sobre os dilemas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não vejo o que Paulo Rangel tenha a ver com o que refiro. A &#8220;guerra&#8221; de Rangel é outra, que analisei noutro post sobre os dilemas.</p>
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		<title>Por: Antonio Maria</title>
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		<dc:creator>Antonio Maria</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 23:55:54 +0000</pubDate>
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		<description>Só se o PS arrumar de vez o erro de &quot;casting&quot; chamado José Sócrates é que a &quot;esquerda&quot; poderá ter algum papel construtivo no que necessariamente irá mudar. O PCP compreende o problema económico, mas a sua matriz mumificada impede-o de contribuir para este desiderato num plano de governamental. Poderá, apesar disso, abrir portas e ajudar discretamente se pressentir o regresso ao patriotismo produtivo. Já quanto a Louçã, tenho as maiores dúvidas que faça alguma coisa útil. É um dogmático incorrigível que vive ainda na alcova perdida de Trotsky. Goste-se ou não, Paulo Rangel é a única janela de oportunidade para colocar o debate nos termos correctos que propõe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só se o PS arrumar de vez o erro de &#8220;casting&#8221; chamado José Sócrates é que a &#8220;esquerda&#8221; poderá ter algum papel construtivo no que necessariamente irá mudar. O PCP compreende o problema económico, mas a sua matriz mumificada impede-o de contribuir para este desiderato num plano de governamental. Poderá, apesar disso, abrir portas e ajudar discretamente se pressentir o regresso ao patriotismo produtivo. Já quanto a Louçã, tenho as maiores dúvidas que faça alguma coisa útil. É um dogmático incorrigível que vive ainda na alcova perdida de Trotsky. Goste-se ou não, Paulo Rangel é a única janela de oportunidade para colocar o debate nos termos correctos que propõe.</p>
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		<title>Por: Af.</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2010/02/gestao-do-risco/bloco-de-notas-politicas-ii-o-desafio-do-pec/comment-page-1/#comment-7477</link>
		<dc:creator>Af.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 09:52:53 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de exposto correctamente o problema, meu caro JNR, na senda do que apontas nos dois últimos parágrafos, falta, de facto saber, até que ponto as forças políticas e a própria sociedade, estarão preparadas e motivadas para o debate sobre essas duas saídas apontadas. Não me parece que a esquerda democrática esteja receptiva à primeira &quot;guinada&quot; ou &quot;limpeza&quot; ideológica / politica, nem o centro / direita estará disponível a deixar cair o que tem vindo a consolidar. De qualquer modo, a proposta de JNR é meritória, pelo menos, no seio de um debate sério, que a todos interessará.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de exposto correctamente o problema, meu caro JNR, na senda do que apontas nos dois últimos parágrafos, falta, de facto saber, até que ponto as forças políticas e a própria sociedade, estarão preparadas e motivadas para o debate sobre essas duas saídas apontadas. Não me parece que a esquerda democrática esteja receptiva à primeira &#8220;guinada&#8221; ou &#8220;limpeza&#8221; ideológica / politica, nem o centro / direita estará disponível a deixar cair o que tem vindo a consolidar. De qualquer modo, a proposta de JNR é meritória, pelo menos, no seio de um debate sério, que a todos interessará.</p>
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