Qua 27 Jan 2010
Mini-crash na Ásia e nos “suspeitos” do costume – diário de bordo 64
Por JNR na secção Gestão do risco , Inteligência Económicaainda sem comentários
A situação nas bolsas em regiões críticas para o crescimento mundial (como é a Ásia) e em países que têm estado sob apertada observação dos mercados financeiros volta a denunciar volatilidade acentuada.
As mais importantes bolsas da Ásia fecharam ontem (26/01) no negativo, com o índice chinês CSI 300 a cair 2,56%, o Hang Seng de Hong Kong com uma quebra de 2,38%, enquanto o Strait Times de Singapura deu uma queda de 2,54% e o índice de Taiwan averbou o maior choque na região, na ordem de 3,48%. O que configura valores de um cenário pontual de míni-crash. Só a bolsa japonesa escapou, tendo tido uma subida insignificante (0,03%).
Dois dos países ultimamente em observação tiveram, também, quebras bolsistas com significado, depois de terem tido subidas na segunda-feira, denotando oscilações verdadeiramente “selvagens”. O índice da bolsa grega FTSE/ASE20 havia subido 3,4% na segunda-feira (depois de ter corrido bem a venda de títulos da dívida no valor de 8 mil milhões de euros), para no dia seguinte cair 2,3%, O índice do Dubai, o DMF, subira 2,82% no primeiro dia da semana, para ontem quebrar 3,6%. A bolsa russa, também, caiu 2,19%.
A União Europeia esteve no positivo nas principais bolsas, mas observaram-se quebras nas bolsas nórdicas e na frente de leste. O PSI 20 da bolsa portuguesa caiu muito ligeiramente (0,05%). O índice norte-americano Dow Jones Industrial Average caiu ligeiramente, bem como o Nasdaq, a bolsa tecnológica de Times Square, depois de terem averbado ganhos na segunda-feira. Na América Latina, a bolsa brasileira fechou, também, no vermelho.