O índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) da Bolsa de Nova Iorque fechou a sessão do último dia do ano de 2009 no negativo. No entanto, comparando com o final de 2008 (o ano do pânico financeiro em Wall Street), o DJIA subiu 19% em relação a 31 de Dezembro de 2008. O índice, desde o ponto mais baixo em Março de 2009, chegou ao patamar dos 10.000 pontos, e fechou nos 10.428,05, no que tem sido considerada uma mini-bolha.

O petróleo viu os preços subirem 78% na variedade americana e 85% no caso do Brent (o crude de referência na Europa) em relação ao final de 2008. Tendo encerrado 2008 no patamar dos 40 dólares, fechou 2009 muito próximo dos 80: 79,36 dólares para a variedade americana e 77,20 para o Brent. O preço médio anual teria sido de 62 dólares, uma quebra de 36% em relação ao preço médio do ano anterior (ano em que ocorreu o choque petrolífero), segundo dados do FMI (26/01/2010).

O euro, a moeda única da Zona Euro (16 membros, incluindo Portugal), manteve a tendência geral de valorização, com uma subida em relação ao dólar de 2,5% em relação ao final do ano de 2008. Fechou hoje a valer 1,4326 dólares; em 31 de Dezembro de 2008 valia 1,3978 dólares.

Finalmente, o ouro, o metal precioso que foi “estrela” de valorização em 2009, tendo ultrapassado o patamar dos 1000 dólares por onça e anteriores recordes. Valorizou no ano 26%. Fechou hoje nos 1097,3 dólares por onça – no final de 2008 estava nos 869,75. O preço esteve acima dos 1200 dólares (máximo histórico em valores nominais) em 3 de Dezembro de 2009.