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	<title>Comentários em: Braganças, regicídio, monarquia e democracia</title>
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		<title>Por: Rui Monteiro</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2008/02/sociedade-aberta/bragancas-regicidio-monarquia-e-democracia/comment-page-1/#comment-2744</link>
		<dc:creator>Rui Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 16:29:06 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro deixo-lhe um artigo de um amigo meu e tire depois as suas conclusões :

http://causamonarquica.wordpress.com/
2007/12/20/
acerca-de-d-pedro-v-reinou-de-1855-1861/

Houve uma grande diferença para o que veio a seguir a 1910 ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro deixo-lhe um artigo de um amigo meu e tire depois as suas conclusões :</p>
<p><a href="http://causamonarquica.wordpress.com/" rel="nofollow">http://causamonarquica.wordpress.com/</a><br />
2007/12/20/<br />
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<p>Houve uma grande diferença para o que veio a seguir a 1910 &#8230;</p>
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		<title>Por: jnr</title>
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		<dc:creator>jnr</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 16:20:52 +0000</pubDate>
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		<description>Caro amigo,

Dos 13 pontos, vejo que apenas responde a um deles. E não encontro algum facto que rebata os meus argumentos.

Num «ranking» mundial em termos de PIB per capita em paridade de poder de compra, nos 20 primeiros, há:  5 republicas; 2 republicas com regimes limitados; 3 centros financeiros ligados a estados republicanos; 3 emiratos (monarquias do Golfo); 2 republicas europeias; 5 centros financeiros ligados a  estados monárquicos.

Não há qualquer regra como ilacção, da superioridade natural de um tipo de regime sobre outro.

No período áureo, quando era uma potência global, Portugal nunca conseguiu resolver o problema da sua riqueza per capita: em 1500 era 60% da Republica Veneziana e em 1600 era 70% dos Países Baixos Unidos (que se haviam revoltado contra os Filipes Habsburgos do império espanhol).

O problema teve muito a ver com o tipo de capitalismo monárquico português, como lhe chamava o economista e historiador Manuel Dias Nunes nos anos 1960.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo,</p>
<p>Dos 13 pontos, vejo que apenas responde a um deles. E não encontro algum facto que rebata os meus argumentos.</p>
<p>Num «ranking» mundial em termos de PIB per capita em paridade de poder de compra, nos 20 primeiros, há:  5 republicas; 2 republicas com regimes limitados; 3 centros financeiros ligados a estados republicanos; 3 emiratos (monarquias do Golfo); 2 republicas europeias; 5 centros financeiros ligados a  estados monárquicos.</p>
<p>Não há qualquer regra como ilacção, da superioridade natural de um tipo de regime sobre outro.</p>
<p>No período áureo, quando era uma potência global, Portugal nunca conseguiu resolver o problema da sua riqueza per capita: em 1500 era 60% da Republica Veneziana e em 1600 era 70% dos Países Baixos Unidos (que se haviam revoltado contra os Filipes Habsburgos do império espanhol).</p>
<p>O problema teve muito a ver com o tipo de capitalismo monárquico português, como lhe chamava o economista e historiador Manuel Dias Nunes nos anos 1960.</p>
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		<title>Por: Rui Monteiro</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2008/02/sociedade-aberta/bragancas-regicidio-monarquia-e-democracia/comment-page-1/#comment-2742</link>
		<dc:creator>Rui Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 09:36:09 +0000</pubDate>
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		<description>Dos países Europeus, dos 10 primeiros países europeus  mais fortes econónimcamente 7 são monarquias :

- Espanha, Inglaterra, Bélica, Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda

Já nem incluo Lichestein, Monaco :)

Quanto ao resto &quot;contra factos não há argumentos&quot; :)

p.s. : não me diga que Portugal está à frente desses países LOL</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dos países Europeus, dos 10 primeiros países europeus  mais fortes econónimcamente 7 são monarquias :</p>
<p>- Espanha, Inglaterra, Bélica, Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda</p>
<p>Já nem incluo Lichestein, Monaco <img src='http://geoscopio.tv/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quanto ao resto &#8220;contra factos não há argumentos&#8221; <img src='http://geoscopio.tv/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>p.s. : não me diga que Portugal está à frente desses países LOL</p>
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		<title>Por: JNR</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2008/02/sociedade-aberta/bragancas-regicidio-monarquia-e-democracia/comment-page-1/#comment-2740</link>
		<dc:creator>JNR</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 23:31:46 +0000</pubDate>
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		<description>Caro leitor,

Muito obrigado pelo seu email.

1-	Não creio que pensar “nos interesses próprios” seja mais próprio de Republicanos do que de Monárquicos. Não sei onde foi buscar essa “estatística”.
2-	Economias mais fortes? Não sei qual é o seu conceito de economia mais forte. Se analisar as estatísticas mundiais verifica que a distribuição da criação de riqueza mundial está distribuída da seguinte forma: Estados Unidos (21,44% do PIB mundial), China (10,86%), Japão (6,6%), Índia (4,6%), Alemanha (4,4%), Reino Unido (3,3%), França (3,2),Brasil (2,8%), Itália (2,8), Canadá (1,96%). Como vê há para todos os gostos – ditaduras (China), diversas republicas democráticas, duas monarquias democráticas.
3-	Diz bem – os presidentes são eleitos por alguém (mesmo que 30% nas suas contas); os seus reis é que de facto não são eleitos por ninguém. São eleitos por quem os seus reis?
4-	Quanto a estatísticas de popularidade – há de tudo entre reis e presidentes, como sabe. 
5-	Desde quando é que um monarca é imparcial e não tem ideologia? São políticos como os outros (só que sem legitimidade do voto), actuam consoante as relações de forças (incluindo o peso dos lóbis). Basta olhar a história portuguesa para se perceber. Inclusive alguns – nas monarquias constitucionais – manipulavam este ou aquele partido, e até facções. Uma história curiosíssima é o caso de Manuel II e o PS de então. Para não falar do &#039;rotativismo&#039; manipulado por Carlos I.
6-	Não sei a que propósito vem o Estado Novo ao caso. Sobre as ditaduras, tanto surgem em republica como em monarquia, como qualquer pessoa sabe. Ou João Franco era algum anjinho de sacristia? 
7-	Fala de 100 anos de Republica (um pouquito menos para sermos mais exactos) – tivemos ditadura de facto desde os anos 1930 aos 1970; 40% por aí. E de monarquia não constitucional tivemos quantos desde o século XII? E mesmo de ditaduras em monarquia? E de alguns reis insanos e assassinos que os portugueses da época tiveram de aguentar?
8-	E a fragilidade que a monarquia criou ao país em virtude das suas estratégias de casamento entre casas reais? E quantas vezes ficou o país pendurado por ruptura de sucessão? Todos sabemos em que deram esses problemas típicos da natureza da monarquia ao longo da nossa história desde o sec. XIII.
9-	Quem me parece que sofre de amnésia é o meu caro, ainda por cima uma amnésia de centenas de anos.
10-	Sobre dependência, então a história é longa. Quem leia a história sabe que a nossa dependência (primeiro dos espanhóis e depois dos ingleses) começou depois da aventura de um tal Sebastião que levou à Monarquia Dual com os Filipes e que depois continuou mesmo com os Braganças, apesar dos esforços da viúva de João IV, a regente, em travar o apetite dos holandeses e dos ingleses. Sobre “dependência”, olhe que os Braganças então têm escola de cátedra. Mas se quer que lhe diga, até acho que não tinham outra hipótese: para o país sobreviver teve que deixar cortar alguns dedos, até talvez uma mão, e largar muitos anéis. Como sabe não se é “dono do mundo” toda a vida – não se manda num mundo dividido por Tordesilhas toda a vida. A história é feita de ciclos. Seguiram-se outros a mandar. E olhe que não foi a República que deu cabo desse mundo de Tordesilhas. A dinastia portuguesa de Aviz morreu de insanidade em 1578; a megalomania dos Felipes/Habsburgos colapsou e acabou miseravelmente em 1700; os Braganças foram de recuo em recuo – não tinham aliás outra hipótese. 
11-	Apesar de a República ter nascido de um golpe de Estado contra Manuel II (aliás como a actual República saída do 25 de Abril em relação à ditadura anterior), a diferença hoje é muito óbvia: você pode dizer o que lhe apetecer que não é incomodado sequer, nem despedido, nem preso, nem torturado, nem executado. Tal como eu. Pode crer que se vivesse em ditadura nem sequer blogue tinha – a não ser que pertencesse ao poder. 
12-	A propósito de ilegitimidade derivada de golpes de estado – lembra-se de quantos ocorreram durante os vários séculos da monarquia portuguesa ao longo das várias dinastias?
13- Repito:o assassinato do rei e do filho sucessor foi um acto terrorista (apesar de Carlos não ter sido eleito por ninguém, mas ter herdado a chefia do estado). O próprio golpe de estado de 1910 contra a monarquia constitucional não era a saída que eu advogaria na época se lá vivesse - o processo eleitoral, a prosseguir, levaria os republicanos ao poder e até eventualmente o PS apadrinhado por Manuel II poderia ter algumas hipóteses. Não sei se a monarquia aceitaria esse processo eleitoral de transição de um modo pacífico. Esse &#039;teste&#039; da História ficou por provar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro leitor,</p>
<p>Muito obrigado pelo seu email.</p>
<p>1-	Não creio que pensar “nos interesses próprios” seja mais próprio de Republicanos do que de Monárquicos. Não sei onde foi buscar essa “estatística”.<br />
2-	Economias mais fortes? Não sei qual é o seu conceito de economia mais forte. Se analisar as estatísticas mundiais verifica que a distribuição da criação de riqueza mundial está distribuída da seguinte forma: Estados Unidos (21,44% do PIB mundial), China (10,86%), Japão (6,6%), Índia (4,6%), Alemanha (4,4%), Reino Unido (3,3%), França (3,2),Brasil (2,8%), Itália (2,8), Canadá (1,96%). Como vê há para todos os gostos – ditaduras (China), diversas republicas democráticas, duas monarquias democráticas.<br />
3-	Diz bem – os presidentes são eleitos por alguém (mesmo que 30% nas suas contas); os seus reis é que de facto não são eleitos por ninguém. São eleitos por quem os seus reis?<br />
4-	Quanto a estatísticas de popularidade – há de tudo entre reis e presidentes, como sabe.<br />
5-	Desde quando é que um monarca é imparcial e não tem ideologia? São políticos como os outros (só que sem legitimidade do voto), actuam consoante as relações de forças (incluindo o peso dos lóbis). Basta olhar a história portuguesa para se perceber. Inclusive alguns – nas monarquias constitucionais – manipulavam este ou aquele partido, e até facções. Uma história curiosíssima é o caso de Manuel II e o PS de então. Para não falar do &#8216;rotativismo&#8217; manipulado por Carlos I.<br />
6-	Não sei a que propósito vem o Estado Novo ao caso. Sobre as ditaduras, tanto surgem em republica como em monarquia, como qualquer pessoa sabe. Ou João Franco era algum anjinho de sacristia?<br />
7-	Fala de 100 anos de Republica (um pouquito menos para sermos mais exactos) – tivemos ditadura de facto desde os anos 1930 aos 1970; 40% por aí. E de monarquia não constitucional tivemos quantos desde o século XII? E mesmo de ditaduras em monarquia? E de alguns reis insanos e assassinos que os portugueses da época tiveram de aguentar?<br />
8-	E a fragilidade que a monarquia criou ao país em virtude das suas estratégias de casamento entre casas reais? E quantas vezes ficou o país pendurado por ruptura de sucessão? Todos sabemos em que deram esses problemas típicos da natureza da monarquia ao longo da nossa história desde o sec. XIII.<br />
9-	Quem me parece que sofre de amnésia é o meu caro, ainda por cima uma amnésia de centenas de anos.<br />
10-	Sobre dependência, então a história é longa. Quem leia a história sabe que a nossa dependência (primeiro dos espanhóis e depois dos ingleses) começou depois da aventura de um tal Sebastião que levou à Monarquia Dual com os Filipes e que depois continuou mesmo com os Braganças, apesar dos esforços da viúva de João IV, a regente, em travar o apetite dos holandeses e dos ingleses. Sobre “dependência”, olhe que os Braganças então têm escola de cátedra. Mas se quer que lhe diga, até acho que não tinham outra hipótese: para o país sobreviver teve que deixar cortar alguns dedos, até talvez uma mão, e largar muitos anéis. Como sabe não se é “dono do mundo” toda a vida – não se manda num mundo dividido por Tordesilhas toda a vida. A história é feita de ciclos. Seguiram-se outros a mandar. E olhe que não foi a República que deu cabo desse mundo de Tordesilhas. A dinastia portuguesa de Aviz morreu de insanidade em 1578; a megalomania dos Felipes/Habsburgos colapsou e acabou miseravelmente em 1700; os Braganças foram de recuo em recuo – não tinham aliás outra hipótese.<br />
11-	Apesar de a República ter nascido de um golpe de Estado contra Manuel II (aliás como a actual República saída do 25 de Abril em relação à ditadura anterior), a diferença hoje é muito óbvia: você pode dizer o que lhe apetecer que não é incomodado sequer, nem despedido, nem preso, nem torturado, nem executado. Tal como eu. Pode crer que se vivesse em ditadura nem sequer blogue tinha – a não ser que pertencesse ao poder.<br />
12-	A propósito de ilegitimidade derivada de golpes de estado – lembra-se de quantos ocorreram durante os vários séculos da monarquia portuguesa ao longo das várias dinastias?<br />
13- Repito:o assassinato do rei e do filho sucessor foi um acto terrorista (apesar de Carlos não ter sido eleito por ninguém, mas ter herdado a chefia do estado). O próprio golpe de estado de 1910 contra a monarquia constitucional não era a saída que eu advogaria na época se lá vivesse &#8211; o processo eleitoral, a prosseguir, levaria os republicanos ao poder e até eventualmente o PS apadrinhado por Manuel II poderia ter algumas hipóteses. Não sei se a monarquia aceitaria esse processo eleitoral de transição de um modo pacífico. Esse &#8216;teste&#8217; da História ficou por provar.</p>
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		<title>Por: Rui Monteiro</title>
		<link>http://geoscopio.tv/2008/02/sociedade-aberta/bragancas-regicidio-monarquia-e-democracia/comment-page-1/#comment-2739</link>
		<dc:creator>Rui Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 12:31:21 +0000</pubDate>
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		<description>SeA monarquia é transversal, há monárquicos de várias cores políticas inclusive comunistas. Manuel Alegre até a favor do referendo sobre o regime e já sugeriu que o protocolo de estado fosse alterado para acomodar a Família Real. O problema dos republicanos é que pensam mais nos interesses próprios do que nos interesses do Povo e da Pátria.
Veja as economias mais fortes e das 10 primeiras 7 são monarquias, são democráticas e os cidadãos fazem-se ouvir nunca pondo em causa a sua Liberdade.
Os monarcas na Europa gozam mais de 70% de popularidade, Chefes como D.Juan Carlos inspiram uma nação a andar para frente, não estar a ver isso com um presidente pois não ? ainda mais quando o Cavaco só foi eleito por 30% da população total ( 40% de abstenção, só conseguiu 50% dos votos = 50% de 60% dá 30% do total ). Precisamos de um comandante e não um marinheiro ao leme.
Depois há o problema ideológico que diferencia um presidente de um monarca :

O monarca é imparcial politicamente, não existem reis militantes políticos e nunca houve. Ao contrário dos presidentes que tivemos nos últimos 30 anos os últimos 3 foram militantes de partidos. Segundo os presidentes têm sempre um 1º mandato calmo para terem apoio político do partido do primeiro ministro para serem eleitos no 2º mandato, com um Rei tal nunca aconteceria.
Qual é que tem mais força para defender o Povo ? qual é que não tem problemas de estar dependente de lobby&#039;s económicos e políticos ? Qual é que pode defender melhor o Povo ? Não é um presidente como já disse antes ... é um Rei
Precisamos de uma governação estável e não um presidente de 5 em 5 ou de 10 em 10 anos em acção de formação. Hoje os problemas exigem rápida solução.
Não me diga que o Estado Novo era monárquico, e que Salazar era monárquico ... informe-se por favor :

&quot; 1951 III Congresso da União Nacional em Coimbra. Marcello Caetano assume-se contra a restauração da monarquia, defendida por Soares da Fonseca. No discurso inaugural Salazar considerou que a monarquia não pode ser, por si só, a garantia da estabilidade de um regime determinado senão quando é o lógico coroamento das demais instituições do Estado e se apresenta como uma solução tão natural e apta, que não é discutida na consciência geral. comando de um só Em 23 , Marcello Caetano assinala: o comando político apoiado no snetimento e na vontade da nação, cujos anseios profundos e legítimas aspirações interpreta, exprime e realiza, esse é que é a forma que o novo tipo de Estado solicita para poder corresponder à extensão e profundidade das tarefas que os homens dele esperam … A História está a gerar novos regimes de Governo por um só, diferentes das monarquias antigas cuja estrutura social obedeceu a condições de vida muito diferentes das actuais. No dia 24 Miranda Barbosa defende que a restauração monárquica seria o complemento da situação política. Da mesma opinião foi o deputado Avelino de Sousa Campos. Marcello defende que Salazar deveria ascender à Presidência da República que permitiria que ele mesmo presidisse à sua substituição na chefia do Governo, e assim habituasse o País a ver na presidência do Conselho um homem vulgar, ainda que experiente, sabedor e devotado ao bem público. Diz que faz essa proposta desde 1947, contra a opinião de Salazar.”

Mas o sec.XX ensinou-nos da pior maneira que as ideologias não servem o Povo, milhões de mortos às mãos de fascistas e comunistas ... Conheceu algum país com estas ideologias em que o Povo tivesse progresso ? eu não ...

Precisamos de um país forte, e talvez por causa deste vazio que a republica criou durante estes anos todos as pessoas não acreditem em ser portugueses, não sabem o que é patriotismo e não conseguem empurrar o barco para a frente porque toda a gente não acredita no homem que vai no leme e todos remam para o seu lado ...

Os republicanos hoje gostam de se desculpar com a Democracia e Liberdade mas em 98 anos da vossa menina de peito ao léu ela teve 64 anos de amnésia democrática. Quando é que assumem os erros ? Quando é que não têm vergonha da vossa história ?

Se quer que lhe diga nos últimos 100 anos Portugal só tem perdido com a republica, já &quot;dividimos o mundo&quot; com Espanha onde estamos hoje ? Somos um satélite de Espanha.

Desculpe mas eu sou e quero ser português, sou militante do partido socialista, católico em monárquico.


Gostaria de acrescentar que a democracia não é a palavra mas conhecida da republica, este regime nunca foi votado pelo povo ! Será isto uma democracia ou ditadura ? Quando uma minoria em 1910 conquistou o poder pela força quando só tinha 7% no parlamento ? Pois ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SeA monarquia é transversal, há monárquicos de várias cores políticas inclusive comunistas. Manuel Alegre até a favor do referendo sobre o regime e já sugeriu que o protocolo de estado fosse alterado para acomodar a Família Real. O problema dos republicanos é que pensam mais nos interesses próprios do que nos interesses do Povo e da Pátria.<br />
Veja as economias mais fortes e das 10 primeiras 7 são monarquias, são democráticas e os cidadãos fazem-se ouvir nunca pondo em causa a sua Liberdade.<br />
Os monarcas na Europa gozam mais de 70% de popularidade, Chefes como D.Juan Carlos inspiram uma nação a andar para frente, não estar a ver isso com um presidente pois não ? ainda mais quando o Cavaco só foi eleito por 30% da população total ( 40% de abstenção, só conseguiu 50% dos votos = 50% de 60% dá 30% do total ). Precisamos de um comandante e não um marinheiro ao leme.<br />
Depois há o problema ideológico que diferencia um presidente de um monarca :</p>
<p>O monarca é imparcial politicamente, não existem reis militantes políticos e nunca houve. Ao contrário dos presidentes que tivemos nos últimos 30 anos os últimos 3 foram militantes de partidos. Segundo os presidentes têm sempre um 1º mandato calmo para terem apoio político do partido do primeiro ministro para serem eleitos no 2º mandato, com um Rei tal nunca aconteceria.<br />
Qual é que tem mais força para defender o Povo ? qual é que não tem problemas de estar dependente de lobby&#8217;s económicos e políticos ? Qual é que pode defender melhor o Povo ? Não é um presidente como já disse antes &#8230; é um Rei<br />
Precisamos de uma governação estável e não um presidente de 5 em 5 ou de 10 em 10 anos em acção de formação. Hoje os problemas exigem rápida solução.<br />
Não me diga que o Estado Novo era monárquico, e que Salazar era monárquico &#8230; informe-se por favor :</p>
<p>&#8221; 1951 III Congresso da União Nacional em Coimbra. Marcello Caetano assume-se contra a restauração da monarquia, defendida por Soares da Fonseca. No discurso inaugural Salazar considerou que a monarquia não pode ser, por si só, a garantia da estabilidade de um regime determinado senão quando é o lógico coroamento das demais instituições do Estado e se apresenta como uma solução tão natural e apta, que não é discutida na consciência geral. comando de um só Em 23 , Marcello Caetano assinala: o comando político apoiado no snetimento e na vontade da nação, cujos anseios profundos e legítimas aspirações interpreta, exprime e realiza, esse é que é a forma que o novo tipo de Estado solicita para poder corresponder à extensão e profundidade das tarefas que os homens dele esperam … A História está a gerar novos regimes de Governo por um só, diferentes das monarquias antigas cuja estrutura social obedeceu a condições de vida muito diferentes das actuais. No dia 24 Miranda Barbosa defende que a restauração monárquica seria o complemento da situação política. Da mesma opinião foi o deputado Avelino de Sousa Campos. Marcello defende que Salazar deveria ascender à Presidência da República que permitiria que ele mesmo presidisse à sua substituição na chefia do Governo, e assim habituasse o País a ver na presidência do Conselho um homem vulgar, ainda que experiente, sabedor e devotado ao bem público. Diz que faz essa proposta desde 1947, contra a opinião de Salazar.”</p>
<p>Mas o sec.XX ensinou-nos da pior maneira que as ideologias não servem o Povo, milhões de mortos às mãos de fascistas e comunistas &#8230; Conheceu algum país com estas ideologias em que o Povo tivesse progresso ? eu não &#8230;</p>
<p>Precisamos de um país forte, e talvez por causa deste vazio que a republica criou durante estes anos todos as pessoas não acreditem em ser portugueses, não sabem o que é patriotismo e não conseguem empurrar o barco para a frente porque toda a gente não acredita no homem que vai no leme e todos remam para o seu lado &#8230;</p>
<p>Os republicanos hoje gostam de se desculpar com a Democracia e Liberdade mas em 98 anos da vossa menina de peito ao léu ela teve 64 anos de amnésia democrática. Quando é que assumem os erros ? Quando é que não têm vergonha da vossa história ?</p>
<p>Se quer que lhe diga nos últimos 100 anos Portugal só tem perdido com a republica, já &#8220;dividimos o mundo&#8221; com Espanha onde estamos hoje ? Somos um satélite de Espanha.</p>
<p>Desculpe mas eu sou e quero ser português, sou militante do partido socialista, católico em monárquico.</p>
<p>Gostaria de acrescentar que a democracia não é a palavra mas conhecida da republica, este regime nunca foi votado pelo povo ! Será isto uma democracia ou ditadura ? Quando uma minoria em 1910 conquistou o poder pela força quando só tinha 7% no parlamento ? Pois &#8230;</p>
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